Poema sem nome [5]

castiga-nos com teu silêncio
com sua bonança inexistente
de esperança

da palavra que não existe
e que fazem a promessa
a colheita
a promessa que nunca fui

e nós
homens
mulheres
burlistas de tua voz
ditando a fé de
tuas migalhas

e em teus olhos que não
existem
não posso mais crer
porque o som da paz
será no silêncio
no silêncio em que não
te seguirei

G.C.

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